Autor: Abrahão Vinhas
Editora: Publicação do autor
Encadernação: Brochura
Número de páginas: 182
Formato: 14,5 x 20,5 cm
Ano da publicação: 1999
Idioma: Português
Valor: R$ 20,00
Público-alvo: juvenil/adulto
SINOPSE:
Quando se pensa em uma crônica, logo se imagina uma situação cotidiana que vai retratar um aspecto pitoresco das nossas vidas. Porém, ao ler crônicas feitas há gerações, o que se espera é ler um pouco de história, daquelas histórias com H maiúsculo. Crônicas são objetos de pesquisa histórica. As crônicas que se seguem a esta breve introdução foram escritas há pouco tempo. mas ocorreram cinquenta e, em alguns casos, oitenta anos atrás. Talvez por isso - e pelo fato de quem os escreveu ser uma pessoa que sempre esteve à frente de sua época - tenham um teor tão elevado de atualidade. Não se espantem, em especial os leitores mais urbanos, com o jargão de boiadeiro do patriarca Abrahão. O baio pode muito bem ser lido como bege, e o tordilho um padrão de cor, negro com manchas brancas, que lembram o tordo, pássaro que não existe por estas bandas que pode ser associado a uma "cor sabiá", mas serve para descrever cavalos e mulas. Apesar de toda esta coloração regional, o importante é notar que estão descritas situações que nos são familiares pois falam de valores que são comuns às mais heterogêneas culturas. Honra, coragem, bom-humor estão lá há oitenta anos da mesma forma que agora no fim dos anos noventa. E o milênio que está por começar não vai mudar isso. Mais do que deixar um pouco de sua experiência para netos e bisnetos, que talvez não venham a conhecê-lo, Abrahão diexa um modelo de comportamento, que cabe ao leitor julgar o que deve ou não absorver.
Sobre o autor:
Abrahão Vinhas (1910 - 1999) é mineiro de nascimento e araçatubense de vida. Foi casado com Conceição Alves Vinhas, com quem teve seis filhos: Duxtei, Cleofe, Libertá, Solange, Lincoln e Siméia. Boiadeiro, trabalhou para diferentes fazendeiros, entre os quais Tião Maia e Osvaldo Cintra.
Sobre o autor:
Abrahão Vinhas (1910 - 1999) é mineiro de nascimento e araçatubense de vida. Foi casado com Conceição Alves Vinhas, com quem teve seis filhos: Duxtei, Cleofe, Libertá, Solange, Lincoln e Siméia. Boiadeiro, trabalhou para diferentes fazendeiros, entre os quais Tião Maia e Osvaldo Cintra.
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